On sábado, 26 de maio de 2012 4 comentários


“Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicano e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras.” Mt. 11:19.

Muitos são os títulos que Jesus detém: Deus Filho, Emanuel, Príncipe da paz, Pai da eternidade, bom Pastor, Médico dos médicos, Senhor dos senhores, Mestre e muitos mais.


Mas um título é extremamente revelador de sua missão: amigo dos pecadores. Foi para isto que Ele veio. Ele próprio disse que veio a isto (Lc. 19:10). Este título demonstra o amor de Deus ao mundo (João 3:16), só que de uma maneira concreta, definida e nítida. Deus ama os pecadores e este amor tomou contornos de humanidade, é um amor de carne e osso através da pessoa bendita de Jesus.


Numa geração como a nossa tão impessoal, tão ostracista e ilhada é maravilhoso saber que temos em Cristo um amigo e mais, o amigo.


Esta amizade é absolutamente não preconceituosa, não legalista e não condenatória. É uma amizade na perspectiva da graça que conquanto exija um padrão ético digno deste amigo, oferece as condições para tal, de maneira gradativa, misericordiosa e encorajadora.


Que bom termos um amigo como Jesus. Ele é o melhor amigo. O amigo que se revela, que toma a iniciativa para um relacionamento de amor.


Ele, de fato é amigo. Nos convém envolver-nos com Ele estreitando esta amizade para usufruir cada vez mais Seu amor, companhia e graça.


Tenha em Cristo o seu melhor amigo. Que Ele mesmo nos abençoe!


Rev. Aurélio Darlan.

On sexta-feira, 13 de abril de 2012 3 comentários


Bom dia, amigo leitor do CDC. Depois de uma longa temporada sem posts, estou de volta ocupando novamente o meu espaço aqui no nosso blog. Antes de tudo mais, desejo que estejamos firmes na presença de Deus e na convicção de nossa fé em Cristo.

Hoje gostaria de lhes contar uma curiosidade. Você sabe quem são os Esquimós??

Os esquimós são pessoas que vivem do Ártico, nas regiões mais frias da terra e sobrevivem de caça e pesca. Eles têm um método bastante curioso e cruel de caçar lobos. Eles afiam uma lâmina e banham-na em sangue a expõem-na ao frio, com isso cria-se uma camada de gelo e sangue. Eles repetem o processo algumas vezes até que se tenha uma bola de gelo e sangue e assim eles a colocam em um determinado local a espera de lobos. Logo o bom faro do bicho o leva até esta armadilha mortal. Percebendo que se trata de sangue, o lobo começa a lamber o gelo ate saciar-se. Sua ânsia pelo sangue é tão grande que sem que ele perceba, sua língua é anestesiada pelo gelo e continua a saciar-se desesperadamente. Logo sua língua ultrapassa as camadas de gelo, e ele fere-a completamente e começa a saciar-se com seu próprio sangue até que lhe faltem as forças e se entregue assim a morte e o esquimó ganhe a caçada.

Você pode estar se perguntando: Mas onde ele quer chegar com essa história?

Para entendermos a mensagem, vamos imaginar que o lobo da história somos nós, e como lobos que somos, carregamos em nós essa inclinação natural para o sangue, que devemos entender como o pecado e é ai que está o X da questão.

O pecado é sempre tentador para nós, como aquele sangue para o lobo e muitas vezes somos atraídos por ele e não nos damos conta do perigo em que estamos nos metendo. "Porque o salário do pecado é a morte" (Rm 6:23 A). Enquanto nos esbaldamos no pecado sem perceber que estamos bebendo nosso próprio sangue, derramando nossa própria vida, o esquimó (o diabo) está contando os segundos para nos ver o nosso fim completo e consumir a nossa alma.

Mas nem todos precisamos morrer vítimas dessa sede desenfreada "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16) e Ele tem a água viva que sacia nossa sede de uma vez por todas. (Jo 4:14)

Mas oro a Deus para que ele nos fortaleça e nos guarde das tentações que nos assolam todos os dias. E guardo comigo e deixo para nossa meditação Efésios 6:11-18:

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;E calçados os pés na preparação do evangelho da paz;Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,"

Com amor, em Cristo, o Cordeiro de Deus,

On sexta-feira, 23 de março de 2012 1 comentários



“O ser humano não pode deixar de cometer erros;é com os erros que os homens de bom senso aprendem a sabedoria para o futuro” – Plutarco.
Um dos maiores desafios que temos nesta vida passa pelo que são nossas verdadeiras boas intenções e a capacidade de vivenciá-las cabalmente. De quando em vez, nos deparamos com contradição de querer fazer algo e acabar fazendo exatamente o oposto. Ambigüidade?

O grande apóstolo Paulo também teve que experimentar isso na carne. Aliás, é assim mesmo que ele define isso no capítulo sete de sua carta aos romanos. Ele versa sobre duas leis opostas e excludentes que nele havia (e que em nós há, também).Ele diz que há uma luta sendo travada entre as leis no seu ser e, isto é conflitante, extenuante e escravizante. Até que ele desabafa: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo dessa morte?” (Romanos 7:24). Ah, Paulo. Homem de grande envergadura espiritual. Tão íntegro, tão usado, tão preparado, tão sábio, tão íntimo de Deus...e, tão humano. Ele desfrutava de intimidade com Deus e o temia muito, mas não era anjo (pra quem não há variações humanizadas), ele era apenas homem e, como tal, sujeito às limitações próprias dos da raça humana, mesmo alcançado pela graça de Deus.Tão humano!

Às vezes pensamos: como seria bom se anjos fôssemos! Mas não somos. Somos gente, feito de carne e osso, propensos a queda, a perder, uma vez que seja, batalhas que queríamos sempre ganhar. Somos gente, feitos de desejos, sonhos, utopias, medos, ilusões, fantasias, ávidos por histórias fascinantes, insaciáveis... somos gente.

É uma pena que esperemos de nós e dos outros a nossa volta aquilo que Deus sabe que não somos, nem seremos. Não somos deuses. Não somos anjos. É “engraçado”... Deus conta com a possibilidade de nossos erros. Nós não.

De toda forma, mesmo sabendo de tudo isso,quando perdemos a luta, nessa guerra no interior do ser, quando ambigüidades, contradições e dualismo nos assustam e a lei que vence é a lei do pecado, que tenazmente nos assedia, somos tomados de vergonha, dor e arrependimento sincero. O conhecimento da Palavra nos garante perdão, mas nós mesmos não conseguimos nos perdoar e nos olhamos com nojo e a constatação é a mesma do apóstolo Paulo: Eu sou um desventurado! Parece que quando pecamos e perdemos uma luta na batalha, esvaiu-se a bem aventurança toda, a felicidade querida e prometida arrefeceu.

Tão humano.Tão doído, tão envergonhado, tão vituperado, porém tão dependente da maravilhosa graça de Deus.

Rev. Aurélio Darlan.

On domingo, 19 de fevereiro de 2012 4 comentários


A Bíblia conta uma história sobre um rei que resolveu dar um banquete pela ocasião das bodas do seu filho. (Mateus 22.1-14) O curioso é que os convidados não quiseram ir. O mais surpreendente é que este mesmo rei enviou seus servos para as estradas a fim de reunirem a todos os que encontrassem, sem distinção, bons e maus.

"O reino é uma mesa de ouro e todos nós somos mendigos." Diante desta constatação, o único requisito para que estejamos sentados ao seu redor é a Graça! Ela permite o acesso tanto de fariseus convencidos quanto de cobradores de impostos desonestos. Do mais rico ao mais humilde, do homem são ao doente em estado crítico. Por meio dela, o ladrão, réu confesso, recebe perdão e adentra as portas do reino incondicionalmente.

Poder, fama, riquezas, popularidade, sucesso... Não são importantes aqui, pois nenhuma destas coisas reduz a verdade de quem somos - maltrapilhos que necessitam desesperadamente do alimento substancial desta mesa. Pecados, angústias, estigmas, limitações, não podem impedir que o convite da Graça chegue a nós, porque ela se estende a todo aquele que reconhece o quão quebrado está. "O homem nasce quebrado. Ele vive para ser remendado. A graça de Deus é a cola." (Eugene O' Neil)

Todos nós somos como cegos tentando encontrar o caminho. Máscaras e lisonja não são necessárias. Não precisamos agradar ao dono da festa, isso não nos trará mérito algum, porque afinal, não temos mérito algum. É Graça! Pura, sem medida e real! A única coisa que podemos fazer é aceitar o seu convite e participarmos de uma refeição jamais encontrada em qualquer outro lugar!

Os sapatos estão gastos de andar por estes desertos, e nossos pés, doloridos, mas os sussurros da Graça nos asseguram não um caminho mais fácil, porém a certeza de uma estrada que nos conduzirá até ao lar. De forma impensável e maravilhosa, o céu está aberto, e isto não é feito nosso. Foi o dono da Graça, o despenseiro de tão inefável amor. Afinal, "não há nada que possamos fazer para Deus nos amar mais, não há nada que possamos fazer para Deus nos amar menos!" (Philip Yancey)


On sábado, 4 de fevereiro de 2012 3 comentários




A Palavra do SENHOR diz lá em Isaías 52. 10:

"O Senhor desnudou o seu braço perante os olhos de todas as nações; e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus"

Está claro sim, mais claro do que nunca! Estamos nesse mundo, vivendo, casando -se, cuidando de nossos filhos, contando experiências a netos, sendo coluna do lar a bisnetos, porque ainda não alcançamos a "meta". Sim meus irmãos, Deus propôs uma meta e enquanto ela não for atingida continuaremos a peregrinar nesse mundo, e a morrer por conta do tempo, por razões naturais, retardando o nosso encontro com Jesus.
O inimigo tem tirado isso de nós, ele nos dristrai com muita facilidade, ele diminui nossas expectativas, nossa visão, e nossos sonhos em prol do reino de Jesus Cristo.

Evangelismo; esse é o foco que Deus nos deixou, e o assegurou com clareza, como regra a ser cumprida. É tempo, e sempre o foi; de ir ao encontro das pessoas, de ir as nações, ser boca de Deus aqui na terra. Amados irmãos, não nos conformemos, Jesus é o braço desnudado perante todas as nações, Jesus é a palavra, é o próprio evangelho, Jesus é a vida em toda sua completude e perfeição. O plano de Deus nunca foi pequeno, não se resume a quatro paredes de um templo, pois o evangelho tem magnitude global, pois está escrito: e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus. 
Igreja, irmão; cumpra seu papel, proclame, fale, declare a salvação do Rei que há de vir. Mas Ele só virá logo, se você a todo mundo anunciar, que Jesus é o autor da verdadeira fé.

Esse é o despertar, não só meu e seu; Esse é o despertar das Nações!

 
Um grande Abraço Fraternal em todos!!!



On terça-feira, 17 de janeiro de 2012 1 comentários


Há momentos em que não consigo escrever. Não importa o quanto tente, as palavras simplesmente não se adequam ao tema. Não fazem muito sentido, ao menos pra mim. Não expressam o que tenho em mente. Quando isto acontece, não adianta continuar, o resultado é conhecido: não conseguirei escrever, pelo menos não algo melhor ou no mínimo tão bom quanto me proponho a fazer.

Quando o assunto é mais sublime do que conheço, mais importante e infinitamente maior do que tudo que existe, quando o assunto é Deus ou algo referente a Ele, não posso ser negligente. Não devo, nem usarei minhas próprias e tão parcas palavras, não darei meu "toque especial", embora compreenda que meu estilo e mente são ferramentas que Ele usa. Mas não devo esquecer quem é o Mestre; sou apenas aprendiz.

Percebo que assim também ocorre na vida. Às vezes (será mesmo que só às vezes?) tentamos dar uma pincelada no quadro que não nos pertence. Achamos que nossa intervenção, conselho, nossas habilidades, experiências ou "maturidade" são necessárias e acabamos piorando tudo. Necessários para quem? Ou para quê? É quando nossos pensamentos se tornam os únicos a ter importância e nossas palavras, leis. Mas os problemas apenas aumentam e as decepções aparecem, então nos sentimos frustrados.

Tudo por que queremos dar uma "mãozinha" a Deus. Como se Ele precisasse disso! Por que é conveniente para nós. Aliás, tudo se trata disso: conveniências. "Se é conveniente pra mim, então tudo certo!"

O que falta para entendermos que Deus não necessita de ajudinhas? Ele é suficientemente Deus para conduzir o mundo e também nossa vida, suficientemente poderoso para realizar o impossível, forte para remover os muros e prisões que nos cercam, grandiosamente misericordioso para nos perdoar quando nos voltamos para Ele e extremamente gracioso para nos conceder vida quando o que merecemos é a condenação!

O que é uma mãozinha diante das mãos que criaram o universo? O que um homem debilitado pelo pecado pode fazer diante de um Deus santo e perfeito? "Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa." (Tiago 4.14)

"Conta a lenda que um agricultor estava revoltado com Deus. Achava que Deus não estava no controle do tempo como deveria. Havia sol quando devia chover, havia chuva quando devia haver sol e assim por diante. Após muitos confrontos, o agricultor conseguiu que, pelo menos um ano, Deus lhe desse o comando sobre o tempo. Todo feliz, preparou a terra, semeou o trigo e manteve o controle dos dias de chuva e dos dias ensolarados.

Viu satisfeito como o trigo germinava e crescia como jamais havia acontecido. As espigas se formaram enormes. Fez brilhar o sol para que o trigo estivesse maduro e seco para a colheita. Quando iniciou a colheita, com enorme desapontamento viu que as espigas estavam vazias. Havia esquecido do vento para provocar a polinização e assim a frutificação das espigas."

Esta pequena história nos dá noção de que Deus sabe o que está fazendo, ao contrário de nós muitas vezes. Deixemos, portanto, o controle nas Suas mãos. Ele é soberano na sabedoria, no tempo, na justiça, e em tudo o que possamos pensar. Faça-nos entender Senhor que Tu és Deus, e nós não somos! Ensina-nos em amor esta verdade!

Que Ele pois nos abençoe!

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