On domingo, 19 de fevereiro de 2012 4 comentários


A Bíblia conta uma história sobre um rei que resolveu dar um banquete pela ocasião das bodas do seu filho. (Mateus 22.1-14) O curioso é que os convidados não quiseram ir. O mais surpreendente é que este mesmo rei enviou seus servos para as estradas a fim de reunirem a todos os que encontrassem, sem distinção, bons e maus.

"O reino é uma mesa de ouro e todos nós somos mendigos." Diante desta constatação, o único requisito para que estejamos sentados ao seu redor é a Graça! Ela permite o acesso tanto de fariseus convencidos quanto de cobradores de impostos desonestos. Do mais rico ao mais humilde, do homem são ao doente em estado crítico. Por meio dela, o ladrão, réu confesso, recebe perdão e adentra as portas do reino incondicionalmente.

Poder, fama, riquezas, popularidade, sucesso... Não são importantes aqui, pois nenhuma destas coisas reduz a verdade de quem somos - maltrapilhos que necessitam desesperadamente do alimento substancial desta mesa. Pecados, angústias, estigmas, limitações, não podem impedir que o convite da Graça chegue a nós, porque ela se estende a todo aquele que reconhece o quão quebrado está. "O homem nasce quebrado. Ele vive para ser remendado. A graça de Deus é a cola." (Eugene O' Neil)

Todos nós somos como cegos tentando encontrar o caminho. Máscaras e lisonja não são necessárias. Não precisamos agradar ao dono da festa, isso não nos trará mérito algum, porque afinal, não temos mérito algum. É Graça! Pura, sem medida e real! A única coisa que podemos fazer é aceitar o seu convite e participarmos de uma refeição jamais encontrada em qualquer outro lugar!

Os sapatos estão gastos de andar por estes desertos, e nossos pés, doloridos, mas os sussurros da Graça nos asseguram não um caminho mais fácil, porém a certeza de uma estrada que nos conduzirá até ao lar. De forma impensável e maravilhosa, o céu está aberto, e isto não é feito nosso. Foi o dono da Graça, o despenseiro de tão inefável amor. Afinal, "não há nada que possamos fazer para Deus nos amar mais, não há nada que possamos fazer para Deus nos amar menos!" (Philip Yancey)


On sábado, 4 de fevereiro de 2012 3 comentários




A Palavra do SENHOR diz lá em Isaías 52. 10:

"O Senhor desnudou o seu braço perante os olhos de todas as nações; e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus"

Está claro sim, mais claro do que nunca! Estamos nesse mundo, vivendo, casando -se, cuidando de nossos filhos, contando experiências a netos, sendo coluna do lar a bisnetos, porque ainda não alcançamos a "meta". Sim meus irmãos, Deus propôs uma meta e enquanto ela não for atingida continuaremos a peregrinar nesse mundo, e a morrer por conta do tempo, por razões naturais, retardando o nosso encontro com Jesus.
O inimigo tem tirado isso de nós, ele nos dristrai com muita facilidade, ele diminui nossas expectativas, nossa visão, e nossos sonhos em prol do reino de Jesus Cristo.

Evangelismo; esse é o foco que Deus nos deixou, e o assegurou com clareza, como regra a ser cumprida. É tempo, e sempre o foi; de ir ao encontro das pessoas, de ir as nações, ser boca de Deus aqui na terra. Amados irmãos, não nos conformemos, Jesus é o braço desnudado perante todas as nações, Jesus é a palavra, é o próprio evangelho, Jesus é a vida em toda sua completude e perfeição. O plano de Deus nunca foi pequeno, não se resume a quatro paredes de um templo, pois o evangelho tem magnitude global, pois está escrito: e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus. 
Igreja, irmão; cumpra seu papel, proclame, fale, declare a salvação do Rei que há de vir. Mas Ele só virá logo, se você a todo mundo anunciar, que Jesus é o autor da verdadeira fé.

Esse é o despertar, não só meu e seu; Esse é o despertar das Nações!

 
Um grande Abraço Fraternal em todos!!!



On terça-feira, 17 de janeiro de 2012 1 comentários


Há momentos em que não consigo escrever. Não importa o quanto tente, as palavras simplesmente não se adequam ao tema. Não fazem muito sentido, ao menos pra mim. Não expressam o que tenho em mente. Quando isto acontece, não adianta continuar, o resultado é conhecido: não conseguirei escrever, pelo menos não algo melhor ou no mínimo tão bom quanto me proponho a fazer.

Quando o assunto é mais sublime do que conheço, mais importante e infinitamente maior do que tudo que existe, quando o assunto é Deus ou algo referente a Ele, não posso ser negligente. Não devo, nem usarei minhas próprias e tão parcas palavras, não darei meu "toque especial", embora compreenda que meu estilo e mente são ferramentas que Ele usa. Mas não devo esquecer quem é o Mestre; sou apenas aprendiz.

Percebo que assim também ocorre na vida. Às vezes (será mesmo que só às vezes?) tentamos dar uma pincelada no quadro que não nos pertence. Achamos que nossa intervenção, conselho, nossas habilidades, experiências ou "maturidade" são necessárias e acabamos piorando tudo. Necessários para quem? Ou para quê? É quando nossos pensamentos se tornam os únicos a ter importância e nossas palavras, leis. Mas os problemas apenas aumentam e as decepções aparecem, então nos sentimos frustrados.

Tudo por que queremos dar uma "mãozinha" a Deus. Como se Ele precisasse disso! Por que é conveniente para nós. Aliás, tudo se trata disso: conveniências. "Se é conveniente pra mim, então tudo certo!"

O que falta para entendermos que Deus não necessita de ajudinhas? Ele é suficientemente Deus para conduzir o mundo e também nossa vida, suficientemente poderoso para realizar o impossível, forte para remover os muros e prisões que nos cercam, grandiosamente misericordioso para nos perdoar quando nos voltamos para Ele e extremamente gracioso para nos conceder vida quando o que merecemos é a condenação!

O que é uma mãozinha diante das mãos que criaram o universo? O que um homem debilitado pelo pecado pode fazer diante de um Deus santo e perfeito? "Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa." (Tiago 4.14)

"Conta a lenda que um agricultor estava revoltado com Deus. Achava que Deus não estava no controle do tempo como deveria. Havia sol quando devia chover, havia chuva quando devia haver sol e assim por diante. Após muitos confrontos, o agricultor conseguiu que, pelo menos um ano, Deus lhe desse o comando sobre o tempo. Todo feliz, preparou a terra, semeou o trigo e manteve o controle dos dias de chuva e dos dias ensolarados.

Viu satisfeito como o trigo germinava e crescia como jamais havia acontecido. As espigas se formaram enormes. Fez brilhar o sol para que o trigo estivesse maduro e seco para a colheita. Quando iniciou a colheita, com enorme desapontamento viu que as espigas estavam vazias. Havia esquecido do vento para provocar a polinização e assim a frutificação das espigas."

Esta pequena história nos dá noção de que Deus sabe o que está fazendo, ao contrário de nós muitas vezes. Deixemos, portanto, o controle nas Suas mãos. Ele é soberano na sabedoria, no tempo, na justiça, e em tudo o que possamos pensar. Faça-nos entender Senhor que Tu és Deus, e nós não somos! Ensina-nos em amor esta verdade!

Que Ele pois nos abençoe!

On sexta-feira, 28 de outubro de 2011 1 comentários


Essa semana uma hashtag tomou o Twitter. Um perfil fake chamado @Cleycianne promoveu uma campanha anticristã, que rapidamente ascendeu aos Assuntos do Momento: Brasil e levou muito mais pessoas a promoverem-na. Hoje (28/10/2011) a hashtag novamente tornou a mencionar o nome de Jesus. A nova campanha batizada de #JesusMePegouPorTrás deu muito o que falar e os cristão rebateram com a hashtag #OrgulhodeSerCristão, que até o presente momento é a quarta mais comentada da rede, enquanto que a #JesusMePegouPorTrás desapareceu das linhas do site.

“#JesusMePegouPorTrás e me defendeu de todo mal…” (@Cleycianne) Com o surgimento da hashtag, várias frases foram formadas com a referida H.T. Dentre elas, destacam-se frases de duplo sentido como: "#JesusMePegouPorTrás e me mostrou toda a sua grandeza…" que recitada por vários usuários do site.

Cleycianne usou essa nova tag para provocar os cristãos verdadeiros. “Os espíritas, homossexuais e prostitutas não irão para o céu, mas eu sim! #OrgulhodeSerCristão, escreveu.

Não é primeira vez que o fake promove campanhas anticristãos e diretamente anti-Cristo nos TTs. Durante essa semana os tags #NomesdeCrentes e #Pirigospel foram parar na lista dos assuntos mais comentados com diversas ofensivas contra os cristãos. No mês de SETEMBRO, @Cleycianne colocou #JesusPenetrouemMim entre os tts mais comentados do MUNDO

Fica meu convite a todos os cristãos usuários do Twitter. Abracemos a campanha #OrgulhodeSerCristão e mostremos ao mundo nosso orgulho na convicção de nossa fé genuína em Cristo.

DEle, por Ele e para Ele,

On quarta-feira, 14 de setembro de 2011 5 comentários


Certas histórias têm um encanto tão peculiar que produz em nós, não apenas reflexões, mas também um desejo por sermos parte delas, nem que seja por um momento. Duas dessas histórias são particularmente especiais para mim: As Crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis e O Peregrino, de John Bunyan. Histórias fantásticas que são dignas de serem buscadas, caso o caro leitor ainda não as conheça.

As Crônicas de Nárnia, escritas pelo consagrado autor britânico Clive Staples Lewis, ou C. S. Lewis, como é mais conhecido, compreende uma coletânea de sete livros, escritos entre 1949 e 1954 e publicados no período de 1950 a 1956, é considerado um clássico da literatura infantil. Nárnia evoca um mundo onde há mais para ser visto do que a mente de crianças e adultos pode abarcar à primeira vista. Acima de tudo, o mundo de Nárnia respira as Escrituras Sagradas! O Peregrino, de John Bunyan, por sua vez, é uma alegoria cristã que narra a trajetória do peregrino chamado Cristão desde a Cidade da Destruição, onde morava, até a Cidade Celestial.

Ao refletir sobre meus próprios pensamentos em relação a estas duas histórias, entre tantas outras, fico imaginando quantas foram as vezes que desejamos entrar no mundo destes personagens incríveis, respirarmos este ar puro e diferente do habitual, onde até mesmo os momentos adversos se constituem mais "leves" e "belos" do que jamais sonhamos:

No palácio de Cair Paravel ou a bordo do Peregrino da Alvorada, enfrentando os desmandos da Feiticeira Branca ou a luta de Cristão com Apoliom. Fora da Cidade da Destruição em busca do lar verdadeiro ou contemplando o País de Aslam. Quase desfalecendo no Terreno Encantado ou perdendo as esperanças no Castelo da Dúvida, na companhia e segurança do Senhor da Cidade Celestial ou ante a força, imponência e doçura de Aslam.

É olhando para esta tendência que temos de nos "transportar" para histórias alheias, e que ao mesmo tempo são tão nossas, de querer fugir do nosso cotidiano tão previsível, que percebo algo tão simples e justamente por ser tão simples, grita de forma suave - isto mesmo - tentando nos avisar, que é nossa vida, nossa realidade, aqui e agora, que dá base para histórias como as retratadas por Lewis e Bunyan galgarem a existência. As histórias não se modificam, são exatamente as mesmas, ora com mais encanto, ora com mais temor.

Mas o que muda afinal? Simplesmente as pessoas e o contexto, porque histórias de vida são singulares, assim como as pessoas. Então, da próxima vez que se sentir propenso a sonhar com a realidade de determinado personagem, esteja disposto a se envolver e interagir em sua própria história! O Deus que tirou Cristão da Cidade da Destruição e o guiou em paz e misericórdia ao seu porto final, é o mesmo Deus que o acompanhará em sua viagem até a Cidade Celestial.

"Nosso mundo é Nárnia - soluçou Lúcia. - Como poderemos viver sem vê-lo?
Você há de encontrar-me, querida - disse Aslam.
Está também em nosso mundo? - perguntou Edmundo.
Estou. Mas tenho outro nome. Têm de aprender a conhecer-me por esse nome. Foi por isso que os levei a Nárnia, para que, conhecendo-me um pouco, venham conhecer-me melhor."
(As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada.)

Isto é pura verdade. Aslam, o forte e doce leão, se faz presente entre nós. O nome dele? Ah, você sabe. É ele sim! Jesus, o Leão da Tribo de Judá. Emanuel - Deus conosco!

Deus os abençoe e até a nossa próxima conversa pessoal!



On quarta-feira, 7 de setembro de 2011 1 comentários

Bom dia, boa tarde ou boa noite pra você leitor(a) do nosso blog!




Essa é a segunda vez que estou escrevendo esta postagem. Escrevi a primeira vez e salvei como rascunho, mas ao voltar para terminá-la vi que havia desaparecido. Mas sou grato ao SENHOR que me deu coragem para formulá-la novamente. Então, sem mais delongas, vamos ao assunto da conversa de hoje.

A aproximadamente dois meses, quando fui contratado para trabalhar onde estou atualmente como designer gráfico, participei de alguns treinamentos sobre vendas e atendimento, por sinal muito úteis. E em um deles, mais precisamente o último, assisti um vídeo do Daniel Godri, intitulado "Motivado X Bola Murcha". Já havia assistido esse vídeo muitas vezes, mas desta vez me passou um raciocínio interessante na cabeça e é ele que gostaria de dividir com vocês. Antes gostaria de pedi-lo(a) que assista ao vídeo, dê umas boa risadas e depois continuamos...


Assistido o vídeo ficará bem mais fácil de compreender esta postagem. O vídeo trata de muitas coisas como motivação, disposição, fé, auto-confiança... e coisas do tipo. Mas o que me abriu a mente para essa reflexão está relacionado aos tipos de funcionários. O urubu, o papagaio e a águia. Então você pode estar me perguntando: "Mais o que uma igreja pode tirar de lição disso?"

Existem muitos tipos de igrejas em nosso pais - e podemos estender a nível de mundo - que se encaixam perfeitamente como uma igreja urubu, que reconhecemos pelo fato de que se alimentam da morte espiritual de seus fieis. Cegando-os e matando-os para sugar tudo que estiver ao seu alcance até que não tenham mais o que lhes oferecer e ai os abandonam. Também as igrejas papagaio, que falam, gritam, pulam, profetizam - e eu não sou contra essas movimentos - mas quando procuramos seus frutos, achamos - como diz minha prima Kedla Mayara - o canto mais limpo. Simplesmente não há frutos. Mais a igreja que eu gostaria de destacar aqui é diferente, especial e muito rara.


Atualmente o que mais vemos são igrejas providenciando atrativos para seus membros ficarem cada vez mais confortáveis e acomodados. Não sou contra as igrejas que investem em melhorias para os que as frequentam, mas passa a ser um problema quando os crente param de evangelizar, e se acomodam em seus bancos, abandonando assim seu posto na ceara do SENHOR. O ponto mais interessante que achei sobre a água foi sobre como ela desenvolveu uma estratégia para fazer com que seus filhos deixem o ninho e aprendam a voar.

Assim é uma igreja águia. Ela tem estratégias para ser uma ganhadora de almas. Não estou falando de desconforto do tipo duros bancos de madeira, ou cadeiras de plástico que ficam se envergando toda quando a gente senta... Estou falando de um incomodo espiritual que faça com que esses cristãos venham a despertar para a necessidade de pregar o santo Evangelho, pregar o amor, a justiça e o perdão dos pecados que há em Cristo Jesus. Existem uma sigla para esse comodismo religioso conhecida por alguns como S.S.S. (Salvo, Sentado e Satisfeito). Uma igreja águia compreende seu compromisso com as Boas Novas da graça de Deus no Evangelho do nosso SENHOR Jesus Cristo e incomoda seus fieis a terem o mesmo compromisso, honrando a missão que nos foi dada de pregar o Evangelho a toda criatura (Mc 16:15). Se sua igreja não se preocupa com isso, preocupe-se, "porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." (Lc 19:10 e Mt 18:11). Se essa não for nossa preocupação, precisamos rever nossos conceitos. Essa foi a missão que nos foi confiada pelo SENHOR. A mais importante de todas.

Por tanto, que possamos acordar desse pesadelo chamado comodidade religiosa e levarmos as boas novas de salvação para todos os cansados e oprimidos (Mt 11:28). Que o SENHOR abençoe ricamente a cada leitor em nome de Jesus.

Em sincero amor,

On sábado, 16 de julho de 2011 2 comentários


Boa tarde a você leitor do C.D.C. Já ouviu falar sobre homeostase? Não? É provável que você saiba o que é, porém não se ateve ao nome. É justamente este o assunto da nossa conversa de hoje. Então, vamos lá!

Em termos bem simples, a homeostase, também conhecida como homeostasia, é qualquer mecanismo capaz de reestabelecer o equilíbrio natural, seja de um corpo, de um órgão ou mesmo de um sistema. Em se tratando do corpo humano, podemos citar como exemplos de homeostase, o suor, que libera parte do calor, impedindo que ocorra um super aquecimento, o que levaria uma pessoa a óbito e o sono, que é de vital importância, entre outras coisas, libera o hormônio do crescimento - GH - e a leptina, responsável por controlar a sensação de saciedade. Ele ainda regula nossa concentração, humor e disposição.

E foi pensando sobre isto, que me veio à mente um fato extremamente deixado de lado em nossos dias: assim como o corpo físico necessita de equilíbrio para desempenhar suas funções, o espírito igualmente precisa da homeostase divina, para que viva. E por mais que tentemos prover um equilíbrio isolado do outro, é algo impossível, visto que quando há um problema de ordem espiritual, todo o corpo também sofre.

Quando o corpo sente fome recorremos aos alimentos, do mesmo modo, quando o espírito está faminto, só há um alimento capaz de saciá-lo - a palavra de Deus - a qual nos leva a adotar um estilo de vida compatível com a Sua vontade. Em sua ausência, instala-se um caos de proporções maléficas: o medo toma o lugar da confiança, o homem se estriba em seu próprio entendimento e engana-se quando pensa que os caminhos por ele escolhidos, são caminhos de paz, pois como encontramos em
Provérbios 14.12, no fim, são caminhos de morte.

À medida que damos nossos primeiros passos vacilantes na direção de Deus, nossas orações nos permitem colocar diante dEle nossos anseios, dúvidas, problemas, sonhos, esperanças, e de forma direta e preciosa, nos capacita para ouvirmos Sua voz e aquilo que deseja de nós, estabelecendo desse modo, uma relação de intimidade com o Deus que nos formou, nos conhece e nos ama.

Porém, apesar de sua importância, estes e tantos outros aspectos de equilíbrio entre nós e Deus, têm sido desprezados. Entretanto, nada se compara quando menosprezamos o maior de todos os presentes, o qual foi capaz de reestabelecer a ligação do homem com o Pai. Algo tão precioso, imerecido e que demonstra um amor indizível: o Pai entregou Seu único filho por pessoas como eu, como você.

Enquanto buscávamos -
e muitos ainda o fazem - prazeres, orgias, bebedeiras, adultérios, roubos, assassinatos, luxúria, cobiça, egoísmo, idolatria, Ele fez uma escolha. Enquanto nos deleitávamos em toda esta imundícia, Ele abrindo mão de Sua glória, viveu uma vida de privações, quando chegamos ao ponto mais fundo do despenhadeiro das trevas, Ele tomou a cruz. E quando nossos vis pecados estavam sobre seus ombros inocentes, se fez maldito aos olhos do Pai; no ápice de sua dor, ladeado por dois ladrões, nos perdoou. E ao expirar, reestabeleceu nossa comunhão com Deus e ao ressuscitar, nos trouxe esperança!

Sem o sacrifício de Jesus, o qual permanece sobre nós eternamente, nenhuma de nossas orações seriam possíveis, nem poderíamos discernir espiritualmente o que lemos em Sua palavra, pecados continuariam tendo a necessidade de serem expiados por sangue de bois e ovelhas.

O sangue de Cristo é a homeostase perfeita que nos conduz de volta para Deus!


Concluindo, deixo este vídeo para que meditem. Deus os abençoe!

On terça-feira, 5 de julho de 2011 5 comentários

Olá, meu querido leitor. É com um prazer indizível que torno a escrever-vos mais uma postagem. Devo confessar que estava muito desejoso de retomar meu posto neste blog; mas muitas são as injustas justificativas que o tempo nos propõe. Mas devo simplificar e e dizer-lhes que o inimigo perdeu mais uma vez, o SENHOR, o dono do tempo, me deu mais uma fatia deste bolo para estar aqui, expondo meus pensamentos. E sem mais delongas, vamos ao assunto.




Estes dias estive meditando e me entristecendo sobre a situação espiritual atual dos que se dizem "cristãos". Fico profundamente triste em ver "irmãos" que vão a igreja para aprender mais da vida do seu próximo e não de Jesus. Algumas pessoas sempre estão na igreja; mas nunca estiveram no culto. A igreja tem se tornado um clube social para encontros de negócios, aperfeiçoamento de relacionamento e cada vez mais raro tem se tornado o caso de pessoas irem buscar a Deus.

Fico pensando: "Quando vamos a casa de um amigo específico, o que vamos fazer lá?" A resposta mais clara e verdadeira é que vamos visitá-lo, vê-lo, ouvi-lo... Mas tem sido muito diferente na casa do SENHOR. Alguns vão para brincar, outros para desfilar, outros para passear, outros para namorar e alguns são tão ousados que vão para dormir. Vão a casa do SENHOR e fazem de tudo menos compartilhar aquele momento com o Dono da casa. Fico pensando como algumas pessoas passam a vida inteira na casa de Deus, e nunca o conhecem, mesmo Ele estando em casa. Imagine um filho que está todos os dias com o pai, na casa do pai e não o conhece. Parece estranho, não é? Mas é assim que tem sido com o SENHOR. Um amigo te chama para ir com ele até uma certa casa, qual o primeiro pensamento que lhe vem a mente? "Quem mora lá? o que vamos fazer lá? Então quando chegamos, temos um objetivo em mente para a visita. Entramos, sentamos e compartilhamos. Mas quando vamos a igreja (Casa de oração), faz-se de tudo, com exceção do que se deveria ser feito lá. Não vá a igreja só ir, vá para falar com Deus, para ouvir a Deus. Não que você não possa fazer isso na sua casa, no seu quarto; mas é questão de objetivo. Se o lugar é uma casa de oração você deve estar lá para orar.

Não perca o tempo de buscar ao SENHOR com coisas fúteis que podem ser feitas em qualquer outro momento. Se Deus tirasse os olhos de nós por um segundo, nesse momento pereceríamos e nós desviamos com tanta facilidade o nosso olhar dEle? Dá próxima vez que for ter um encontro com Cristo olhe Ele nos olhos e não tire mais os olhos dEle. Está na casa do SENHOR? Aproveite a companhia.

Com amor,

On terça-feira, 14 de junho de 2011 7 comentários


Em nossos dias há uma deturpação incrível de valores, do uso das palavras e principalmente de seu significado. Um destes conceitos tão preciosos, que tem sido desgastado e mal empregado não somente em sua utilização , mas também em sua prática é o da comunhão. Vamos tentar entender um pouco sobre esta questão e após identificarmos alguns equívocos, buscarmos viver diariamente o assunto desta conversa decente cristã de hoje.

"Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!" (Salmos 133.1)


Este é um texto bastante conhecido e trata justamente da importância da união entre os irmãos. Entretanto, há a idéia equivocada de que viver em união é se reunir em um determinado lugar, por exemplo, na igreja, e cumprimentar a todos, ser gentil e simpático com os visitantes e coisas do gênero. Isto não é comunhão, muito pelo contrário, não passa de superficialidade.

Viver em união é diferente de estar reunido.

Comunhão é uma palavra grega -
Koinonia - e que aponta para um relacionamento espiritual, profundo e pessoal entre aqueles que são membros do corpo de Cristo. Longe de ser superficial, é uma interação, uma comunicação sincera que permite perceber uma dor não demonstrada, ainda que exista um sorriso estampado no rosto, que é revelada nas ações, onde cada um cuida do outro como se fosse de si mesmo, não visando seus próprios interesses, que se alegram com os que sorriem e choram com os que estão em pranto:

"Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram." (Romanos 12.15)


E essa percepção só é possível porque existe uma vida compartilhada, não algo extraído de um simples encontro! De pessoas que entenderam que é mais fácil suportarem o peso dos fardos que carregam se em amor o partilharem com outros:

"Levai a carga uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo." ( Gálatas 6.2)


Outra característica importante acerca da comunhão verdadeira é que ela traz crescimento. Exemplo claro disso é encontrado em Atos 4.32-35:

"Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das cousas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade."

Entendemos com isto que, embora não seja fácil entrarmos no mundo de nossos semelhantes e permitirmos que eles conheçam o nosso, devido a tanto fatores, como indiferença, egoísmo, timidez ou medo, não é impossível vivermos em comunhão. Percebemos que ao levarmos o fardo uns dos outros, partilhando dos problemas e das bem-aventuranças, dos quais todos nós recebemos uma quantia, tornam nossa jornada mais leve e descobrimos muitas histórias que em vários aspectos se entrelaçam com a nossa, nos ensinando que sempre há mais para aprendermos com a pessoa que está ao nosso lado do que poderíamos supor.

E o mais importante, chegando ao ponto central implícito do nosso texto: aprendemos primeiramente que Deus nos amou e que Seu cuidado se estende de tal forma a nós, que dessa maneira, podemos amar, não de palavras, mas em atitude, de fato e de verdade, cuidando uns dos outros!


Deus os abençoe.

On sábado, 4 de junho de 2011 7 comentários



Paz e Graça a você, leitor do C.D.C. Faz tempo que não posto aqui no nosso blog.
Estou muito ocupado com muitas coisas esses últimos meses e não está sobrando muito tempo para postar. Nesta oportunidade, vou postar mais um de meus poemas. Espero que gostem.


Imagine uma criança brincando no parque
Viaje nessa visão
Com um pincel ela cria seu mundo perfeito
Simples como ela
Com todas as cores
Sábia, ela não precisa de muito para ser feliz
E o que ela vê ninguém vê como ela


Um abraço, uma voz suave
Podemos mudar o mundo
Sem superficialidade, vivendo a verdade
Um gesto, uma palavra
E você muda o mundo de alguém


Imagine uma mãe com seu filho
Um presente que veio do céu
Ela cuida como se fosse seu tudo
O protege com a sua vida
Deixe seu sonho viver
Permita que o sonho também tenha sonhos um dia

Um sorriso, Uma canção nos lábios
Você pode mudar o mundo
Parece utopia, mas acredite
Você muda o mundo de alguém


Imagine um senhor, em sua velhice
Seus pensamentos estão mais sóbrios
Ele pensa em tudo que já viveu
Parece arrependido de algo
Você sabe o que é?
(Pode ser você)

Faça a escolha
Aproveite o presente
Com Deus tudo é possível
Você pode mudar o mundo

Autor: Anderson Alexandre - Todos os direitos Reservados.

Em sincera união:

On sábado, 14 de maio de 2011 2 comentários


Olá pessoal. Hoje irei compartilhar com vocês um texto que escrevi há mais ou menos dois anos para o Impactando Vidas. Embora o tempo tenha passado, espero que a essência destas palavras, fale a cada um.

O que faz de alguém rei? O que determina sua autoridade e domínio?
A forma como foi coroado, a maneira com que se porta com seus súditos, o respeito, amor, ódio ou temor que suscita, se descende de linhagem real ou não, se possui riquezas incontáveis ou grandes possessões?

Evidentemente, todos estes fatores contribuem para identificar um soberano e determinar um reino; entretanto, não são condicionantes indispensáveis a esse mister; não necessariamente esses quesitos qualificam um indivíduo para ser um soberano, e não é exagero afirmar que, não são apenas seres humanos que partilham desse "status" nas sociedades, bem como no coração do homem.

Parece complicado? Tornemos então simples. Temos inúmeros exemplos. Em um mundo cada vez mais consumista, onde impera o dinheiro, a satisfação sexual, que não é mais uma necessidade do ser humano, mas tornou-se algo banal e extremamente vulgar, indo contra o propósito de Deus para a formação e manutenção da família, a paranóia por um corpo perfeito, de uma magreza exacerbada, para citar apenas alguns, são claros indícios do que hoje, ocupa o lugar de soberania em nossas vidas. O próprio Jesus disse que este mundo tem um príncipe, que em tudo é contrário a Deus e a seus princípios.
(João 14.30)

Quem ou o quê reina em sua vida, e o que você é capaz de fazer para serví-lo? Muitos já chegaram ao extremo de matar, aniquilar a própria existência e sacrificar todas as promessas de Deus pra suas vidas. Não adianta colocar no lugar certo o que está errado; da mesma maneira que avaliamos nossas premissas e buscamos colocar em pauta o que mais importa, assim devemos reconsiderar a primazia de Deus no trono do nosso viver.

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas", são palavras de Jesus encontradas em Mateus capítulo seis, verso vinte e quatro; fica claro então, que devemos decidir a quem vamos dar prioridade no nosso coração, e da mesma forma que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, assim também é na nossa mente, no nosso viver.

Por outro lado, não adianta professarmos com nossos lábios que servimos a Deus e que Ele reina sobre nós, se não o honramos com nossas ações e pensamentos, com nosso procedimento com as pessoas, enfim, se nosso interior estiver corrompido, se vivemos apenas para satisfazer a nossas vontades doentias, se não fazemos nada para expandir o reino de Deus, isso mostra que Ele não está ocupando o lugar que lhe é devido.

Dizer que Cristo é rei apenas quando estamos em um momento de comunhão com Ele, quando estamos reunidos com outros que professam da mesma fé é muito fácil. Não basta levantarmos as mãos em um momento de adoração, nem sair à rua com uma Bíblia, ir à igreja toda semana, ou outras coisas do gênero que foram já bastante banalizadas.

Se fizermos tudo isso, mas o nosso coração continuar negligenciando a autoridade de Deus, cedendo o seu trono a outros impostores, se continuarmos a agir da mesma maneira rebelde, mostrando as nossas máscaras de super espirituais, de pessoas de bem, aos domingos na igreja, ou durante o resto da semana em nosso ambiente de trabalho, estudo ou diversão, quando não condiz com o que temos vivido, mostra apenas que Deus não reina sobre nós, não da maneira que deveria.

É necessário fazê-lo reinar todos os dias em nossas vidas, de forma que isso se torne visível no nosso falar, agir, na nossa responsabilidade com nossos compromissos, na fidelidade com que honramos nossos cônjuges, nossos filhos, nossa compaixão com aqueles que necessitam de nossa ajuda, no respeito com todas as coisas criadas pelo nosso Senhor, e acima de tudo, na reverência, amor, obediência para com Deus, só então a adoração que prestamos nos cultos públicos, será a extensão do nosso culto particular que se resume em nossa própria vida, não mais vestiremos a roupa do publicano contrito, enquanto nosso interior é o do fariseu orgulhoso, mas esse quadro será revertido e o mundo poderá ver, através de nossas atitudes, o viver de Cristo.

Deus o abençoe grandemente!


On quinta-feira, 14 de abril de 2011 3 comentários

Nos tempos em que participantes de reality shows são considerados heróis e os endinheirados e famosos são vistos e aplaudidos, resta-nos a triste constatação de que o desejo de muitos - de ser invisível - tornou-se de modo avesso, realidade.

Incrível saber que para serem percebidos, muitos dos que vivem próximos a nós precisam morrer; neste caso, diversas vezes nos perguntamos quem era o senhor da portaria, o gentil vizinho que nos cumprimentava todos os dias pela manhã, a honesta vendedora de pipocas e guloseimas que fazia a alegria de nossos filhos, o policial que fazia ronda em nossa rua, o professor que anos a fio, ainda que desprezado, tentava nos transmitir algo de positivo, que somasse não apenas no quesito cultura, acúmulo de saber, mas em educação, em conhecimento prático pra vida.

Como é duro e grotesco ver uma geração que enaltece ídolos de carne e osso, os quais sem pudor, estragam suas próprias vidas em público da forma mais bizarra possível, influenciando-os de modo desastroso, enquanto esquece, deprecia e aborrece exemplos de virtude e respeito que permanecem sob o mesmo teto.

A grande maioria das pessoas sabe quem foi o ganhador do último BBB e se recordam de muitos integrantes da primeira edição do programa, ainda têm em mente a vívida lembrança da mulher que se exibiu na capa da Playboy ou outra revista sexualmente apelativa do mês passado. Sabem cantar com perfeição músicas obscenas ou sem sentido algum, em contrapartida, não sabem entoar sequer metade do hino nacional. Inúmeros homens se esmeram em roubar, mentir e defraudar de todas as formas pensadas e inimagináveis seus semelhantes, mas não sabem o que lhes foi ensinado em casa durante a infância e adolescência acerca do sentido de respeito, honestidade e caráter. Sabem quem são e o que fazem os atores e atrizes de novelas, filmes, e modelos, entretanto, não sabem quem são, fizeram e fazem os próprios pais e irmãos, amigos ou Jesus.

Temos uma ótima visão. Quando se trata de olhar e apontar o erro uns dos outros, de cobiçar o bem que o outro tanto lutou para obter, ah, não há problema algum, não há grau de miopia ou outro distúrbio ocular, por mais alto, que nos embace a visão. Mas é uma tragédia quando não conseguimos enxergar as pessoas e suas necessidades, mesmo embotadas por uma máscara muito bem planejada e estruturada. Vezes incontáveis, ficamos insensíveis aos sinais tão evidentes de pedidos de socorro que nos são lançados todos os dias por aqueles que convivem e dividem conosco a casa e a própria vida.

Tudo isto me faz lembrar um conto árabe que relata a história de um viajante que levava consigo um saco repleto de sementes e passou a vida plantando árvores. Ele não recebia nada por isso e muitos o questionavam dizendo que as sementes levariam muito tempo para germinar e as árvores, ainda mais para crescer, de forma que quando isto acontecesse, ele provavelmente já estaria morto e não iria desfrutar do seu trabalho, e era muito mais provável ainda que ninguém soubesse que ele era o autor daquela façanha. Ao que ele respondia que não importava. Bastava a alegria de saber que um dia, um viajante como ele, iria encontrar uma sombra sob a qual repousar e frutos com os quais saciar a fome.

Sabe, por mais difícil que seja, tenho em mente que os invisíveis que plantam árvores de bons frutos por todo lugar, não passarão despercebidos pelos olhos daquele que vê todas as coisas:
"Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons." ( Provérbios 15.3)

Ainda que seus nomes não sejam proferidos em grandes eventos e que suas vidas não sejam retratadas em filmes de grande audiência, ainda sim, suas digitais marcarão para sempre seus filhos, cônjuges, amigos e desconhecidos que vierem de alguma forma a contemplarem a beleza destas árvores.

Igualmente, aqueles que tomam o exemplo do grande Semeador, divulgando as boas novas, terão gratas surpresas quando avistarem os campos que já branquejam para serem colhidos. Resta-nos saber quem se empenhará em ser mais um invisível para este mundo, que certamente não o é para Deus.
"Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele." ( 2 Crônicas 16.9a)




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