On quarta-feira, 7 de setembro de 2011 1 comentários

Bom dia, boa tarde ou boa noite pra você leitor(a) do nosso blog!




Essa é a segunda vez que estou escrevendo esta postagem. Escrevi a primeira vez e salvei como rascunho, mas ao voltar para terminá-la vi que havia desaparecido. Mas sou grato ao SENHOR que me deu coragem para formulá-la novamente. Então, sem mais delongas, vamos ao assunto da conversa de hoje.

A aproximadamente dois meses, quando fui contratado para trabalhar onde estou atualmente como designer gráfico, participei de alguns treinamentos sobre vendas e atendimento, por sinal muito úteis. E em um deles, mais precisamente o último, assisti um vídeo do Daniel Godri, intitulado "Motivado X Bola Murcha". Já havia assistido esse vídeo muitas vezes, mas desta vez me passou um raciocínio interessante na cabeça e é ele que gostaria de dividir com vocês. Antes gostaria de pedi-lo(a) que assista ao vídeo, dê umas boa risadas e depois continuamos...


Assistido o vídeo ficará bem mais fácil de compreender esta postagem. O vídeo trata de muitas coisas como motivação, disposição, fé, auto-confiança... e coisas do tipo. Mas o que me abriu a mente para essa reflexão está relacionado aos tipos de funcionários. O urubu, o papagaio e a águia. Então você pode estar me perguntando: "Mais o que uma igreja pode tirar de lição disso?"

Existem muitos tipos de igrejas em nosso pais - e podemos estender a nível de mundo - que se encaixam perfeitamente como uma igreja urubu, que reconhecemos pelo fato de que se alimentam da morte espiritual de seus fieis. Cegando-os e matando-os para sugar tudo que estiver ao seu alcance até que não tenham mais o que lhes oferecer e ai os abandonam. Também as igrejas papagaio, que falam, gritam, pulam, profetizam - e eu não sou contra essas movimentos - mas quando procuramos seus frutos, achamos - como diz minha prima Kedla Mayara - o canto mais limpo. Simplesmente não há frutos. Mais a igreja que eu gostaria de destacar aqui é diferente, especial e muito rara.


Atualmente o que mais vemos são igrejas providenciando atrativos para seus membros ficarem cada vez mais confortáveis e acomodados. Não sou contra as igrejas que investem em melhorias para os que as frequentam, mas passa a ser um problema quando os crente param de evangelizar, e se acomodam em seus bancos, abandonando assim seu posto na ceara do SENHOR. O ponto mais interessante que achei sobre a água foi sobre como ela desenvolveu uma estratégia para fazer com que seus filhos deixem o ninho e aprendam a voar.

Assim é uma igreja águia. Ela tem estratégias para ser uma ganhadora de almas. Não estou falando de desconforto do tipo duros bancos de madeira, ou cadeiras de plástico que ficam se envergando toda quando a gente senta... Estou falando de um incomodo espiritual que faça com que esses cristãos venham a despertar para a necessidade de pregar o santo Evangelho, pregar o amor, a justiça e o perdão dos pecados que há em Cristo Jesus. Existem uma sigla para esse comodismo religioso conhecida por alguns como S.S.S. (Salvo, Sentado e Satisfeito). Uma igreja águia compreende seu compromisso com as Boas Novas da graça de Deus no Evangelho do nosso SENHOR Jesus Cristo e incomoda seus fieis a terem o mesmo compromisso, honrando a missão que nos foi dada de pregar o Evangelho a toda criatura (Mc 16:15). Se sua igreja não se preocupa com isso, preocupe-se, "porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." (Lc 19:10 e Mt 18:11). Se essa não for nossa preocupação, precisamos rever nossos conceitos. Essa foi a missão que nos foi confiada pelo SENHOR. A mais importante de todas.

Por tanto, que possamos acordar desse pesadelo chamado comodidade religiosa e levarmos as boas novas de salvação para todos os cansados e oprimidos (Mt 11:28). Que o SENHOR abençoe ricamente a cada leitor em nome de Jesus.

Em sincero amor,

1 comentários:

Camila Oliveira disse...

Adorei Alex,realmente, são poucas igrejas que se preocupam com o bem estar dos irmão infelizmente estão mais preocupados com a quantidade, sendo assim, enterrando muitos talentos escondidos que estão ali,precisando apenas de uma oportunidade,temos que viver em união com nossos irmão e o melhor tartar todos com igualdade.Porque é aquele seguinte: se a igreja não oferece atrativos pros seus membros, infelizmente o mundo aí á fora oferece milhares.Sendo assim,é melhor procurar agradar aos membros e tratar todos com amor e carinho. Como o próprio Jesus disse: Ama ao teu próximo como a si mesmo.
Abraço a todos.

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